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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

sábado, 16 de agosto de 2008

ANALGÉSICOS PARA DOR DE DENTE (informações úteis ao paciente) . Disciplina de Endodontia UFAL



ANALGÉSICOS PARA DOR DE DENTE (informações ao paciente)
Definição: Analgésico é o nome dado a medicamentos para o alívio da dor. . O seu fim é tratar os sintomas de uma doença e não a doença em si.
Classificação: analgésicos opióides e não opióides
Analgésicos não opióides são usados para dores de leves à moderadas , incluindo dor de dente , dor na região da boca e face. Eles agem no sítio da dor, não causam dependência e não alteram a percepção individual como os analgésicos opióides ou narcóticos podem fazer.

Muitos analgésicos não opióides poderão ser adquiridos sem receita médica em farmácias e supermercados. Exemplos de não opióides: aspirina, ibuprofeno, cetoprofeno, naproxeno , paracetamol , entre outros.

Formas de uso (administração): os analgésicos são frequentemente administrados em comprimido ou em cápsulas, mas também poderão estar disponíveis sob a forma de líquidos, injeções e supositórios

Vantagens :os analgésicos são uma forma rápida e eficaz de lidar com dores ligeiras a agudas. A maioria dos analgésicos leva 30 a 60 minutos para começar a atuar se administrados em comprimido, embora os analgésicos intravenosos ou injetados demorem muito menos tempo para fazer efeito.

Posologia (dose do analgésico): a dose dependerá do tipo de analgésico utilizado e da condição para a qual está sendo utilizado. Salvo indicação em contrário de seu cirurgião-dentista, siga a posologia indicada na embalagem ou no folheto incluso.

Quem poderá tomá-los?
O ideal é identificar o problema antes de tratar os sintomas. Isto é, tomar analgésicos poderá aliviar a dor, mas poderá também esconder a causa da dor, agravando o problema. Consulte um cirugião-dentista se sentir uma dor de dente prolongada ou uma dor facial ou bucal que não seja aliviada por analgésicos não opióides.
Se já estiver fazendo uso de outro tipo de medicação, deverá consultar o cirurgião dentista antes de começar a tomar analgésicos. Mesmo os não opióides ligeiros como o paracetamol , poderão causar graves problemas de saúde se tomados em grandes quantidades.
Por este motivo, é melhor certificar-se de que a sua medicação não contém analgésicos ou substâncias que possam reagir adversamente a analgésicos.

ASPIRINA:
O velho parâmetro no controle da dor é a aspirina , também conhecido pelo nome técnico de ácido aceti-salicílico ou AAS.
Cuidados: **Aspirina não é para qualquer um. Por exemplo, você não deve tomar aspirina se você tem úlceras, porque ela pode piorar os sintomas, ou se você tem asma, porque ela pode provocar um ataque. Os doentes que sofrem de pólipos nasais têm tendência para desenvolver asma se tomarem aspirina Aspirina também poderia piorar doenças dos rins ou fígado.E, no caso de se tomar aspirina em altas doses continuamente, pode ocasionar tínitus, também conhecido por "zumbido no ouvido". **Crianças nunca devem receber aspirina se elas tem evidências de infecção viral (gripe, varicela etc) porque existe a possibilidade do síndrome de Reye - uma desordem rara, mas potencialmente fatal que causa convulsões e danos cerebrais podendo levar a morte.
**Mulheres grávidas não devem usar aspirina durante seu último trimestre, pois aumenta o risco de sangramento durante o parto. **A alergia à aspirina pode produzir erupções cutâneas ou dificuldades graves na respiração.

ACETAMINOFEN (PARACETAMOL): é um analgésico substituto da aspirina que se acredita agir diretamente nas terminações nervosas para suprimir a dor. Normalmente é tomado nas mesmas doses da aspirina para adulto. Acetaminofen é mais gentil para o estômago do que a aspirina e não apresenta risco de síndrome de Reye em crianças.
Cuidados: **Se tomada em excesso pode causar danos letais ao fígado, principalmente em bebedores inveterados.
**A ausência de complicações no estômago levou alguns a considerar que o paracetamol não tem efeitos adversos. No entanto, se for administrado em doses elevadas durante períodos prolongados, podem ocorrer alguns riscos, como por exemplo, perturbações renais. O uso regular de outros fármacos antiinflamatórios não esteróides, exceção feita à aspirina, pode aumentar também o risco de doenças renais.
**Uma superdosagem de mais de 15 g de paracetamol pode produzir uma lesão hepática (do fígado) irreversível. Doses menores durante períodos prolongados de tempo não implicam lesões graves do fígado. Os consumidores de grandes quantidades de álcool apresentam maior risco de alterações hepáticas pelo uso exagerado de paracetamol. O jejum pode contribuir para a lesão hepática. É necessária uma investigação adicional, mas as observações até agora sugerem que as pessoas que tomam paracetamol e deixam de comer por causa de um forte resfriado ou de uma gripe podem apresentar lesões do fígado.
**Muitos produtos de venda sem prescrição médica, como os remédios contra alergias, resfriados, tosse, gripe, dor e sinusite contêm paracetamol. Deve-se evitar tomar simultaneamente vários fármacos que contenham paracetamol.

IBUPROFENO , CETOPROFENO E NAPROXENO SÓDICO: são analgésicos extremamente potentes.Como a aspirina, eles também agem inibindo a produção das prostaglandinas. A Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos (FDA) aprovou o ibuprofeno como medicamento para venda sem receita em 1984 e o naproxeno sódico em 1994. O Cetoprofeno também foi aprovado para venda sem receita .
Cuidados: **Embora o ibuprofeno e o naproxeno sejam ambos comparativamente mais brandos sobre o estômago do que a aspirina, eles devem ser evitados por pessoas com úlceras ou que sejam alérgicas à aspirina.Eles também podem prejudicar a função do fígado e interferir com a coagulação do sangue.
**O ibuprofeno, cetoprofeno e o naproxeno podem causar indigestão, náuseas, diarreia, acidez, dor de estômago e úlceras tal como a aspirina. Outros efeitos adversos incluem sonolência, vertigem, zumbidos nos ouvidos, perturbações visuais, retenção de água e dificuldades respiratórias.
**Alguns fármacos prescritos para o coração e para a pressão arterial não atuam tão bem se forem combinados com esses antiinflamatórios. Os indivíduos que tomam bebidas alcoólicas regularmente podem correr maior risco de alterações do estômago, úlceras e disfunção hepática.
**Os doentes alérgicos à aspirina também podem ser alérgicos ao ibuprofeno, ao cetoprofeno e ao naproxeno. As erupções cutâneas, picadas ou dificuldades de respiração requerem uma atenção médica imediata.

ATENÇÃO: O lmais importante acerca dos analgésicos vendidos sem receita é que eles devem ser medicamentos de uso curto. Se você se encontra tomando essas drogas rotineiramente para o alívio da dor de dente você deve procurar um cirugião-dentista urgentemente. Crianças não devem tomar tais medicações por mais do que 5 dias.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

AVALIAÇÃO DA INTENSIDADE DA DOR



















Avaliação da intensidade de dor (artigo de revisão)Autores:Deusvenir de Souza Carvalho1, Pedro André Kowacs21-Professor adjunto, doutor de Neurologia Clínica, chefe do Setor de Investigação e Tratamento das Cefaléias, Disciplina de Neurologia, Departamento de Neurologia e Neurocirurgia,Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São PauloE-mail: deusveni@provida.org.br2-Neurologista do Instituto de Neurologia de Curitiba e do Serviço de Neurologia do Departamento de Clínica Médica,Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PRCarvalho DS, Kowacs PARevista:Migrâneas cefaléias, v.9, n.4, p.164-168, out./nov/dez. 2006
RESUMO
Introdução: A intensidade de uma dor é subjetiva, porém necessita de avaliação quantitativa para o seu diagnóstico e para o acompanhamento do seu tratamento.
Objetivo: Revisar a literatura quanto à avaliação objetiva da intensidade da dor, particularmente para cefaléia.
Método: Os artigos mais relevantes quanto aos métodos de avaliação e quantificação da intensidade da dor e suas escalas foram revisados de forma crítica.
Resultados e Conclusões: Escalas verbais descritivas e categóricas, escalas visuais analógicas numéricas, lineares, pictóricas, escalas debilitantes funcionais e comportamentais se mostram úteis para a avaliação da intensidade da dor. O uso de escalas de forma associada talvez propicie uma melhor avaliação da dor.
PALAVRAS-CHAVE
Cefaléia; enxaqueca; avaliação da intensidade da dor; escalas
de dor.
REFERÊNCIAS DAS FIGURAS ADAPTADAS DO ARTIGO
4. Whaley L, Wong DL. Nursing Care of Infants and Children. StLouis, CV Mosby Co, 1987.
5. Wong DL, Baker C. Pain in children: comparison of assessment scales. Pediatric Nursing 1988;14:9-17.
6. Bieri D, Reeve RA, Champion GD, Addicoat L, Ziegler JB. The faces pain scale for the self-assessment of the severity of pain experienced by children: development, initial validation, and preliminary investigation for ratio scale properties. Pain 1990;41:139-150.
7. Melzack R. The McGill pain questionnaire: major properties and scoring methods. Pain 1975;1:277-299.
8. Mongini F. Headache and Facial Pain. Stuttgart, Thieme, 1999. 292 p.
9. Wilkie DJ, Holzemer WL, Tesler MD, Ward JA, Paul SM, Savedra MC. Measuring pain quality: validity and realbility of children's and adolescents' pain language. Pain 1990; 41:151-15

terça-feira, 24 de junho de 2008

INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS ( PERGUNTAS AO PROF. DR. GILSON BLITZKOW SYDNEY)

Após enquete sobre temas a serem postados , um dos mais votados foi instrumentos rotatórios , sendo então convidado uma das maiores autoridades da Endodontia do Brasil para falar sobre o assunto, o PROF. DR. GILSON BLITZKOW SYDNEY ( titular de Endodontia da UFPR ).




1-O emprego de sistemas rotatórios é indicado para qualquer caso clínico, ou existem situações que contra-indicam ?"No meu entender, num primeiro momento, se eu pensar num preparo completo com limas rotatórias, eu diria que não são para qualquer caso clínico. O caso deve ser muito bem selecionado .Num segundo momento, se eu pensar no que escrevemos desde 1995... de que os sistemas automatizados são excelentes auxiliares do preparo...(1995,1997,2002), eu diria que eles podem ser sim, excelentes auxiliares do preparo em qualquer caso clínico. Como? Uma vez bem explorado e esvaziado, por exemplo naquele caso mais difícil, com curvatura um pouco mais acentuada, empregar um instrumento rotatório # 25/0.04 e um # 25/0.06 (ou se for o caso um # 20/04 e # 20/0.06), pode facilitar em muito a complementação do preparo mesmo que manualmente. A conicidade proporcionada por estes instrumentos, regularização que podem promover nas paredes e o acesso livre e direto que proporcionam à crítica zona apical, permite uma ampliação segura desta região e conferem um resultado final de alta qualidade".2-A realização do "glide-path " na patência até uma lima 15 manual é imprescindível ou podemos ir direto com limas rotatórias?
"Temos que ter em mente que:....os instrumentos rotatórios são excelentes auxiliares do preparo... e não posso esquecer que o preparo inicia manualmente com exploração e esvaziamento com limas # 10 e # 15, pelo menos. Isto é imprescindível para qualquer preparo, seja ele automatizado ou não. Não acredito nas técncias dos fabricantes que sugerem um determinado instrumento para ser utilizado de imediato até a medida de trabalho".
3-O emprego das brocas Gates-Glidden facilita o uso de limas rotatórias ou não? Quais os números que você recomenda para canais de molares e por quê?"É preciso entender que os instrumentos rotatórios destinados ao acesso radicular como Pré-Race, Orifice Shaper, as lima SX e S1, Endo Flare e outros, substituem as brocas de Gates-Glidden. Estas já estão com um destino marcado: o armarinho do museu da endodontia. Entretanto, o que se percebe, é que vamos ficando resistente às mudanças à medida em que o tempo passa. Aí insistimos em ainda usar brocas de Gates Glidden antes dos instrumentos rotatórios. Quando faço isto é porque não compreendi para que servem cada tipo de instrumento e cada tipo de conicidade".4- A incidência de fratura por fadiga é mais alta do que a por torção?"A partir do momento em que sua mão está calibrada para trabalhar com instrumentos rotatórios, podemos afirmar com certeza de que a fratura por fadiga supera em muito a por torção. Basta ver o número de vezes que um profissional bem calibrado consegue trabalhar com um jogo de lima de instrumentos rotatórios".
6- Que conicidade e número de limas devemos evitar na região apical de canais atrésicos e curvos ?
"O quanto ampliar a região apical está em função direta do grau de curvatura, do diâmetro do canal e da espessura mésio-distal das paredes. Esta regra vale para qualquer técnica ou instrumento empregado. Assim em canais com curvatura mais acentuada, conseguir ampliar a região apical com um instrumento # 25/0.04 já [é uma grande vitória. Se necessário, complemente manualmente. Caso não, lembre que um instrumento # 25/04 tem diametro 0.25 na ponta e 1mm depois seu diâmetro corresponde a 0.29 (quase uma lima #30) e mais 1 mm seu diâmetro corresponde a 0.33 (quase uma lima # 35. Se voce obturar com um cone de conicidade 0.04, terá um belo resultado".



Termino essa postagem agradecendo ao professor e amigo Gilson B. Sydney que tão gentilmente aceitou o convite , enriquecendo o conteúdo deste blog através de seus conhecimentos no campo da pesquisa e vivência clínica sobre instrumentação de canais radiculares acionada a motor.

Inês Jacyntho Inojosa

quinta-feira, 27 de março de 2008

ENCONTRO DE ENDODONTIA

VER DETALHES NO SITE DO PROFESSOR RONALDO DO SOUZA ARAÚJO


















sábado, 15 de março de 2008

VII ENCONTRO DE ENDODONTIA DA EASY ENDO


III ENCONTRO DE MESTRES DE ENDODONTIA


 
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